Renato Gaúcho: um belo falastrão!

ficou perto da glória. Agora é um ser folclórico!

Renato: ficou perto da glória. Agora é um ser folclórico!

Renato Gaúcho me irrita. Atualmente dirigindo o Vasco, o paga-sapo marrento treinador tem verbalizado seus comentários otimistas em relação à saída do time da cruz-maltina da zona da degola. São promessas e mais promessas. Mas antes de continuar esse post, leiam abaixo uma fala do próprio técnico em 20 de junho deste ano, portanto há pouco mais de três meses, quando o Fluminense estava prestes a jogar a final da Libertadores contra a LDU. 

 

“O que me deixa tranqüilo é que todo mundo está jogando o Brasileiro com força máxima. Daqui a pouco, a gente entra com força máxima e mede forças”, declarou Renato Gaúcho, que não parou por aí. 

Estamos a 5 metros de conquistar o maior título do clube, enquanto as outras equipes que disputam a Série A do Brasileiro estão a 5 km da Libertadores”, provocou. 

Este trecho de entrevista retirado de matéria do site Primeira Hora mostra, sem dúvidas, que Renato Gaúcho tem uma boca muito grande. Marqueteiro como ele só, sempre tenta chamar atenção e desviar o foco a partir de suas pseudo-demonstrações de vidência.

As últimas declarações enaltecem essa característica irritante marcante de Renato Gaúcho. Ao assumir o Vasco, profetizou: “O Vasco não vai cair”.

Meu Deus, ter otimismo é uma coisa, ser petulante e não ter bom senso é outra. Não digo que o Vasco não tem chances de fugir da Série B. Não é isso. Contudo, profissionais de um esporte como o futebol, tão adorado no país, não podem ser inconsequentes ao ponto de garantir algo, de dar como certo. Não há como ficar prometendo nada. E Gaúcho é craque nisso: promete, promete e promete. 

Hoje ele não é mais treinador do Flu (o tricolor carioca está em maus lençóis no Brasileirão, na zona de rebaixamento), e seu Vasco, o qual comanda atualmente, continua descendo a ladeira. 

O futebol é cruel. Transforma bestiais em bestas em questões de minutos. Renato é uma dessas criaturas agora. Teve uma chance única na Libertadores para ficar em destaque por tempos, mas sua boca enorme e forma equivocada de motivar seu time, tornaram seu ano de 2008 algo desastroso. Renato Gaúcho perde credibilidade e ganha uma aura cada vez mais folclórica no meio futebolístico. Quando era atleta, às vezes conseguia decidir as partidas por conta própria. Agora é diferente. Do banco há como garantir nada. No entanto, uma coisa é certa. Como atleta ou como treinador, Renato Gaúcho continua marrento, enjoado e, sobretudo, sendo um belo falastrão!

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