De duas, uma. Ou realmente não há mais bobo no futebol ou o Dunga não entende nada do metiê. Vou de opção 2. Não há como ignorar esse pensamento após cochilar vendo ver o jogo entre a nossa ’selecinha’ (como diz o Marcelo Tás) e o combinado dos melhores da Bolívia.
Nesse caso estou junto com a grande massa de cronistas esportivos. Pelo amor de Deus, alguém consegue explicar por qual razão o nosso técnico joga com dois volantes contra uma seleção de nível incrivelmente baixo, no fundo do poço, que faz de uma “marcaçao” porca sua melhor arma? Amigos, a Bolívia é a última colocada das Eliminatórias, freguês de carteirinha do Brasil (sobretudo em jogos aqui em terras brasileiras – antes fazíamos bolão para saber se o jogo terminaria acima de 5 gols ou não), com jogadores fraquíssimos (que perdem em categoria para qualquer veterano do society), e mesmo assim a ’selecinha canarinho’ tentou, tentou, tentou (de forma porca e lenta) e não conseguiu um golzinho sequer.
E não me venham com história de retranca boliviana. Foi o jogo de um time só. Time esse totalmente desorganizado, novamente sem vontade, sem jogadores bons de criação (e o Gaúcho hein, é reserva até na Portuguesa hoje?!), com rendimento pífio. Será que teremos que esperar mais um sermão do Lula para os jogadores terem vontade. E que palhaçada essa história deles precisarem de motivos para sentir raiva, para correr atrás de vitória. Quem é esportista, como um jogador de futebol, precisa se dedicar e suar a camisa em busca da vitória. Não adianta só o discurso.
A filosofia na seleção brasileira precisa mudar urgentemente. Clama por um líder chato, respeitado e que, sobretudo, entende muito de futebol, porque nosso integrante dos Sete Anões realmente tem se esforçado para ser xingado. Tá louco viu!
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Como novamente dizia a torcida as 40 do 2° tempo…
“Burro, burro, burro…”